Motten, Papier und Alte Büher

Traças, Papéis e Livros Velhos


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#Just Fee#

*and*

#nothing else...#


“Fingir com palavras era uma coisa tão hesitante, tão vulnerável, tão constrangedora, que ninguém podia ficar sabendo.” – Trecho de Reparação de Ian McEwan



†Dichter†: Just Fee and nothing else...
†Alter†: 18 invernos
†Schätzt†: Literatura, meus livros, música, fotografia e pintura.
†Hasst†: A maioria dos programas de televisão, fanatismo, futebol e debater religião com religiosos costumeiros.
†Schriftsteller†: Markus Zusak, Jostein Gaarden, George Orwel, Carlos Ruiz Zafón, Louise May Alcott, C.S. Lewis (apesar do moralismo religioso de ambos, Antoine de Saint-Exupéry e outros que me fogem agora.
†Siebte Kunst†: Lady in the Water, A Culpa é do Fidel, O Labirinto do Fauno, O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias e Em busca da Terra do Nunca.
†Citações do Momento†:

"Na cama, à noite, enquanto penso em meus muitos pecados e em meus defeitos exagerados, fico tão confusa pela quantidade de coisas que tenho de considerar que não sei se rio ou se choro, dependendo do meu humor. Depois durmo com a sensação estranha de que quero ser diferente do que sou, ou que sou diferente do que quero ser, ou talvez de me comportar diferente do que sou ou do que quero ser."
Sábado, 28 de Novembro de 1942 - O Diário de Anne Frank - versão definitiva.

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"Nunca pensei que viveria até os dezoito! Isso não é idiota? Todo dia eu olhava no espelho e dizia: O que? Você ainda tá aqui? CARA! Como hoje. Acordei de manhã, sabe, e o sol brilhava, estava gostoso e eu pensei... Hoje vai ser um dia inesquecível, portanto é melhor você se animar, garoto... Porque amanhã, talvez você não seja nada!" -
By James Dean, em Juventude Transviada

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“– Meu senhor – respondeu-me um longo verme gordo –, nós não sabemos absolutamente nada dos textos que roemos, nem escolhemos o que roemos, nem amamos ou detestamos o que roemos, nós roemos.” – Dom Casmurro – Machado de Assis, capítulo 17, pág 40 – Ed. Martin Claret




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EU SOU O MENSAGEIRO - Capa

Essa é a primeira capa que o livro teve e, na minha opinião, a melhor.

Essa é bonita também, mas nem tanto.



- Postado por: Just Fee and nothing else... às 21h25
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EU SOU O MENSAGEIRO - Markus Zusak

“Antes até de começar a entrar em detalhes sobre mim, acho melhor ir contando alguns outros fatos:

  1. Quando tinha 19 anos, Bob Dylan já era veterano da noite do Greenwich Village, em Nova York.
  2. Salvador Dalí já tinha pintado uma porrada de quadros sensacionais e se rebelado quando fez 19 anos.
  3. Joana D'Arc era a mulher mais procurada e caçada no mundo quando tinha 19 anos, tendo criado uma revolução.

Daí vem Ed Kennedy, também com 19 anos de idade...

Não segue carreira nenhuma.

Não tem o menor respeito na comunidade.

Porra nenhuma.”

 

            Nossa história começa com um assalto à banco e Ed Kennedy. Essa é uma história sobre um “looser”, um perdedor. Quem, hoje em dia, leria uma história sobre um perdedor, um cara que é taxista, não fez faculdade, bebe e joga cartas com os amigos e mora no subúrbio? Ainda mais quando esse cara é filho de um alcoólatra e a própria mãe não gosta dele? A própria mãe!

            Muitos não gostaram desse livro por dois motivos: O número de palavrões que nosso personagem principal e seus amigos falam e o começo que é meio chato, leva certo tempo para a história engrenar e você se juntar a ela. Particularmente acredito que os palavrões se enquadram com o personagem e com a situação em que ele vive, mas vão se tornando mais raros no decorrer do livro à medida que o personagem/narrador evolui.

            Mas vamos a história: Ed Kennedy tem 19 anos é não fez nada em sua vida, nada ao menos que pudesse contar como alguma coisa, quando depois de um assalto à banco que presenciou começa a receber correspondências misteriosas. Cartas de baralho e em cada carta um endereço, um lugar para se ir, uma coisa para se fazer. Ed vai aos poucos se tornando uma pessoa melhor e vai também melhorando a vida das outras pessoas, ensinando-lhes sua “mensagem”. E enquanto resolve a vida das pessoas a sua volta vai, também, resolvendo a própria vida.

            É um ótimo livro, talvez sua melhor parte é que todas as personagem são absurdamente plausíveis! Todos nós conhecemos um Ed Kennedy, um Marv, uma Suzanne Boyd, uma Milla que ainda espera seu Jimmy e tantos outros... Tanta gente absolutamente comum que nós nem notamos sua existência, não nos damos ao trabalho de conhecer sua história ou compartilhar de sua dor. Todos têm algo para contar, só que o mundo não quer escutar. Esse é o problema do mundo e é o mote do livro.

            Vale a pena ler, nem que seja para escutar uma mensagem simples e que te devolve um pouco da sua fé na humanidade.



- Postado por: Just Fee and nothing else... às 21h14
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A MENINA QUE ROUBAVA LIVROS - Capa

Capa fantástica, desta vez é válido julgar o livro pela capa. A história é tão fascinante quanto a ilustração que a enfeita.



- Postado por: Just Fee and nothing else... às 20h50
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A MENINA QUE ROUBAVA LIVROS - Markus Zusak

 
 

A MENINA QUE ROUBAVA LIVROS - Markus Zusak

"Quando a morte conta uma história, você deve parar para ler"

 

Durante a II Guerra Mundial Liesel Meminger é levada para morar na Rua Himmel, uma grande ironia eu diria já que essa é apenas uma típica rua pobre da Alemanha, com Hans e Rosa Hubermann. Lá entre cabelos cor de limão, Jesse Owens, futebol de rua, surras, reuniões da juventude hitlerista, bombardeios, beijos não dados e judeus no porão ela vai descobrindo o fabuloso mundo das palavras. Como elas alimentam sonhos e ódios, machucam, libertam, prendem... Aprende a manipulá-las e a construir sua própria história. História essa que é narrada pela Morte que a acompanha durante todo o livro entre uma análise de cores e outra, entre uma visita a um campo de concentração e a um front na Rússia.

            A história é levada de tal forma que você vive cada momento junto com os personagens, aprende a amá-los todos da exata forma que são, descobre que todos possuem judeus em seus porões e aprende a ver beleza em ruas pobres e bombas caindo. Aprende como a poesia pode ser encontrada em meio à miséria, à guerra e no dia-a-dia das pessoas que vivem esses conflitos. Em meio às páginas que irá virar você irá se encantar com novas formas de escrita e construção em um livro que você não espera saber o que vai acontecer e sim COMO vai acontecer.

É um livro sobre a guerra, mas não é de guerra. Ele fala essencialmente sobre pessoas e a relação delas umas com as outras e com a realidade daquela época. O livro flui como poesia. Eu o li em dois dias, as páginas voam e você não percebe... Quando dá por si o livro acabou e muito bem acabado. Zusak conseguiu fazer um final perfeito para a história, não deixou faltar nem sobrar. Apenas o gosto agridoce de “quero mais” que todo bom livro deixa ao ser lido.



- Postado por: Just Fee and nothing else... às 20h49
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Nouvelle Ère - Novo Começo

Há cinco anos eu comecei este blog, seu nome, meu nome, o que era escrito e quem o lia mudaram muito durante todo esse tempo. Primeiro foi minha opinião sobre certos assuntos assuntos, depois contos e vida pessoal. Agora, eu pretendo mudar o rumo dele novamente. Pretendo resenhar os livros que li aqui, não vou parar de escrever meus contos e poesias, mas os tirei daqui porque pretendo publicá-los. Além de tudo eu não tinha mais vontade continuar escrevendo aqui do jeito que estava. Agradeço a todos que me acompanharam durante todo esse tempo e gostaria que continuassem visitando-o.

Just Fee and Nothing Else



- Postado por: Just Fê and nothing else... às 20h12
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